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Califórnia libera startup de carros autônomos para delivery

Califórnia libera startup de carros autônomos para delivery . A Nuro, startup de entregas com carros autônomos, ganhou a primeira Licença de Uso de Veículos Autônomos da Califórnia.

Califórnia libera startup de carros autônomos para delivery A Nuro, startup de entregas com carros autônomos, ganhou a primeira Licença de Uso de Veículos Autônomos da Califórnia.
Califórnia libera startup de carros autônomos para delivery

A startup já tinha recebido a autorização para testar completamente os automóveis ainda no início de 2020, mas a nova licença permite que a empresa opere comercialmente e cobre por seus serviços, realizados com veículos que andam sozinhos pelas ruas do estado.

Em seu site, a Nuro se apresenta como especializada em transportar bens locais de forma “rápida, segura e barata” e diz que foi feita para lidar com qualquer tipo de compra — de itens de jantar a limpeza.https://4ee741a38d131eb90244f66b5c82a4f0.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

David Estrada, chefe jurídico da Nuro, disse em um post no Medium que a startup em breve irá “anunciar sua primeira implementação na Califórnia com um parceiro”. As primeiras entregas deverão ser feitas com a frota de Toyota Prius, mas a empresa também já está trabalhando para colocar seus carros elétricos personalizados, batizados de R2, nas ruas.

Inicialmente, a licença permitirá que os carros da Nuro operem nos condados de Santa Clara e San Mateo — o que significa que, sim, os veículos estarão funcionando em algumas áreas do Vale do Silício, mas não poderão ir para San Francisco ou Oakland.

A licença foi expedida pelo departamento de trânsito da Califórnia e permite que os carros circulem a, no máximo, 56 km/h em “condições climáticas ideais”. É, você não poderá pedir macarrão e vodca em noites chuvosas.https://4ee741a38d131eb90244f66b5c82a4f0.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O anúncio acontece em um contexto no qual a empresa se esforça para se destacar no mercado de veículos autônomos. No mesmo dia em que conseguiu a licença, a Nuro anunciou a compra da Ike, uma startup voltada a caminhões autônomos.

Fonte: Gizmodo / UOL

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Startup de mobilidade acelerada pelo Google

Startup de mobilidade acelerada pelo Google . Startups de mobilidade e design estão em nova turma de aceleração do Google. Dez startups de diferentes setores foram escolhidas para a 7ª turma do Google for Startups Accelerator, o programa de aceleração da gigante do Vale do Silício.

Startups de mobilidade aceleradas pelo Google *ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 07.06.2016 - Ambiente do Campus Google Space, na região do Paraíso. (Danilo Verpa/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 07.06.2016 – Ambiente do Campus Google Space, na região do Paraíso. (Danilo Verpa/Folhapress)

Entre elas estão a Tembici, voltada para o compartilhamento de bicicletas, e a Trakto, plataforma de design. A maior parte, no entanto, é dedicada a oferecer soluções inteligentes para empresas, caso da CyberLabs, que trabalha com inteligência artificial, e o Easyjur, que auxilia na gestão de escritórios de advocacia.

O programa de aceleração do Google chegou em 2016 ao Brasil para fomentar empresas inovadoras que estivessem começando. Entre os nomes que já passaram pelo processo estão o Nubank, a Loggi e o Grupo Zap.

Segundo a empresa, na edição anterior do programa de aceleração, que aconteceu também neste ano, 9 das 10 startups participantes tiveram redução de custos operacionais e tecnológicos.

A partir de agora e durante três meses, as empresas selecionadas vão receber mentoria de empresários e especialistas de diferentes países para a solução de problemas relacionados a uso de nuvem, machine learning e publicidade. Diferentemente de edições anteriores, o processo será feito inteiramente online. Recentemente, o Google anunciou também um programa de investimentos dedicado a startups criadas e lideradas por negros.

Startup de mobilidade acelerada pelo Google e outras cias na 7a. turma

CyberLabs: Auxilia empresas a otimizarem decisões de negócio usando inteligência artificial.

Easyjur: Software jurídico para advogados, que auxilia na gestão de escritórios.

Glic Diabetes: Conecta paciente e equipe de saúde para o tratamento de diabetes, com base em dados.

Magnetis: Plataforma de gestão de patrimônio digital e investimentos inteligentes.

Mangos: Aplicativo em que consumidores podem ganhar dinheiro enquanto fazem compras.

Nama: Auxilia empresas a oferecerem experiência assertiva e personalizada ao consumidor.

Niduu: Usa gamificação para treinamento e engajamento de funcionários.

Power of Data: Auxilia empresas com análise de dados e desenvolvimento de ferramentas próprias.

Tembici: Empresa de tecnologia de micromobilidade para espaços urbanos.

Trakto: Plataforma de criação e design de materiais de marketing

Fonte: Folha de São Paulo

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Startups em logística: um novo modelo de negócio

Startups em logística: um novo modelo de negócio . Iniciativa contribui para a sustentabilidade no setor. O setor logístico é, por origem, um setor extremamente dinâmico. Essa característica faz com que possamos considerar que todas as mudanças ocorridas no mundo irão, de uma forma ou de outra, afetar seus processos.

Startups em logística: um novo modelo de negócio - Foto O São Gonçalo
Startups em logística: um novo modelo de negócio:

As mudanças mais significativas no setor se referem, principalmente, àquelas decorrentes no âmbito da tecnologia. Novas tecnologias implicam novas formas de trabalho e, tanto o investimento, quanto seu uso, vão levar a duas principais questões: as empresas que não se adaptam a essas tecnologias vão perder eficiência e as que, por sua vez, introduzirem novas tecnologias terão, inicialmente, que lidar com um aumento de custos e consequente aumento de preços.

As transformações que podemos considerar vão, segundo os autores Hausmann e Wölfel desde um alto número de pontos de intervenção, passando por regras complexas de preços chegando, por fim, a uma falta de padronização dos dados. Se, por um lado, a baixa rentabilidade cria dificuldades para que a indústria trate dessas questões, surgem novas startups de logística com o objetivo de promover mudanças nesse cenário.

O texto “Startup funding in logistics” (clique aqui para ler o texto original em inglês) (Financiamento de startups em logística), apresenta o resultado de análises em “mais de 120 das maiores startups de logística – representando custos estimados em torno de 93%, ou US$26 bilhões do financiamento total em logística até o momento”, o que só reforça o fato de que as atenções do mercado de investimentos se voltam a essa realidade. Esse texto ainda menciona que a maioria dos financiamentos vai para startups que atuam no “last-mile” (ou “última milha”, em português), etapa da distribuição onde a mercadoria sai do CD (centro de distribuição) e também para as que atuam com fretes. As empresas “last-mile” são as preferidas dos investidores de capital, muito embora as plataformas de frete também tenham atraído a atenção de investidores.

Startups de “last-mile” atuam com formas de entregas não convencionais, como entregas em grupo, drones, robôs, veículos autônomos, entre outras formas inovadoras. Não podemos deixar de mencionar que as plataformas de frete são, também, nesse sentido, uma grande inovação que também atrai a atenção de investidores, especialmente àquelas que focam no transporte rodoviário. Estas aumentaram a transparência dos preços, profissionalizaram e digitalizaram a relação transportador x transportador, ações realizadas geralmente de maneira informal. Tais empresas focam em aproveitar os dados existentes como meio de lidar com as vastas ineficiências que ainda existem no mercado.

Normalmente os agenciadores de carga conseguem conectar o serviço de entrega a uma transportadora, pois eles detêm uma informação muito importante, que é a identificação de transportadoras mais adequadas, em termos logísticos, para atendimento à demanda em uma determinada rota ou região.

Assim, essas startups contribuem significativamente para melhorar a sustentabilidade nos setores de transporte e logística, tendência essa cada vez mais relevante. Essas plataformas criadas são muito acessíveis e fáceis de usar por caminhoneiros e outras pessoas, o que leva a uma significativa melhora na experiência do cliente. Podemos considerar esse fato como o benefício mais proeminente da transformação digital aplicada à logística de cargas fracionadas pois, quando se reduz os intermediários através do acesso a informação, podemos propiciar maiores ganhos de ponta a ponta da cadeia de suprimentos. Esse, talvez, seja o grande atrativo para os investidores, pois se trata de uma área com crescimento promissor em tempos de isolamento social e mudanças nas formas de interações na sociedade.

No meio acadêmico, universidades já orientam os estudantes para essa tendência, como é o caso do Centro Universitário Internacional Uninter. A instituição implementou, no início de 2020, um projeto para a criação de uma plataforma de e-commerce, por seus alunos, os quais têm a oportunidade de exercitar, com a supervisão de docentes, profissionais qualificados, desde a criação ao gerenciamento e manutenção de uma plataforma, o que lhes dará subsídios para operarem (ou criarem) startups que atenderão às demandas de mercado no cenário pós-pandemia.

Fonte: O São Gonçalo – Autora: Alessandra de Paula é coordenadora dos cursos de Logística e E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter

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