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Proximidade Black Friday esquenta a logística

Proximidade Black Friday esquenta a logística. Não só ela afinal são diversas ações que agitam o final de ano dos setores de comércio eletrônico (e-commerce) e logística: Dia do Solteiro (11/11), a Black Friday própriamente dita (26/11) e suas variações como Black Week e Black November e as promoções Natalinas e de Final de Ano.

Proximidade Black Friday esquenta a logística
Proximidade Black Friday esquenta a logística

Para poder dar conta de tais picos de demanda as empresas envolvidas fazem um planejamento minucioso prévio vários meses antes ajustando a estrutura física, exigindo ampliações de instalações, equipamentos, veículos e principalmente pessoal que exige capacitação também prévia.

Outro segmento que é objeto de muito investimento é o tecnológico. Afinal é preciso estar preparado para a avalanche de acessos e o tempo de resposta do site e tudo que está por trás dele é fundamental para transformar cliques em vendas.

Ultima Milha é fundamental

Cada vez mais a entrega ao destinatário é considerada a etapa crucial para tornar a experiencia do consumidor melhor. Afinal é um dos poucos momentos em que há contato humano em todo o processo de compra no ecommerce.

A velocidade na entrega tem sido um fator cada vez mais relevante na decisão do usuário na hora de confirmar a aquisição de um produto. Claro que o prazo que é levado em consideração é o de ponta a ponta, mas como as etapas iniciais são muito assemelhadas, o que vira fiel da balança é o prazo do delivery e aí a last mile passa a ser o difencial de fato.

Leia também o artigo da BF Passada publicada aqui no blog

Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce

Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce . A Boeing anuncia que atingiu um marco no comércio eletrônico (e-commerce) neste ano em um tempo recorde para a empresa, atingindo US$ 1 bilhão em pedidos online mais de três meses mais rápido do que sua melhor marca anterior.

Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce
Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce

O marco foi impulsionado pelos avanços do comércio eletrônico e pelo aumento da demanda dos clientes de serviços comerciais, indicando a contínua recuperação do mercado a partir do impacto da COVID-19.

“Estamos vendo a inovação ser acelerada por necessidade em nossos negócios de serviços, à medida que a indústria aeroespacial emerge de um dos períodos mais difíceis que enfrentamos”, disse Ted Colbert, presidente e CEO da Boeing Global Services.

“As soluções de cadeia de suprimentos de pós-venda que a Boeing oferece, como suporte de peças, são um serviço essencial para nossos clientes à medida que eles emergem da pandemia. Os avanços digitais que estamos promovendo nos permitem sermos ágeis em nossa resposta à recuperação desigual e simplificarmos a forma como a Boeing apoia os clientes”, complementa Colbert.

Publicado originamente com o título “Boeing comemora US$ 1 bilhão em venda de peças por comércio eletrônico”.

Você pode acompanhar outras notícias sobre aviação em geral ou sobre a Boeing em particular (como no post “Boeing e Airbus encerram disputa de mais de 17 anos“) através do campo “Pesquisar”

Autor: Murilo Basseto

Fonte: AeroIn

AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo. Em mais uma investida das plataformas asiáticas de comércio eletrônico no Brasil, o AliExpress abriu sua plataforma para que vendedores brasileiros ofereçam seus produtos. Até agora, os produtos comprados no AliExpress vinham da China.

Jack Ma — Foto: Facebook/Divulgação
AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

O Brasil é o primeiro país das Américas a permitir o cadastramento de vendedores locais e o sexto do mundo. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo, com empresas nacionais e estrangeiras investindo para conquistar o novo consumidor digital brasileiro.

”Já abrimos a plataforma para vendedores locais na Rússia, Turquia, Espanha, Itália e França. Começamos o cadastramento há três semanas e posso dizer que já temos milhares de vendedores”, disse Yaman Alpata, chefe de vendas da Ali Express no Brasil.

Além da concorrência, outro desafio da AliExpress no país será a logística. Empresas locais vêm ampliando sua infraestrutura, com mais centros de distribuição, para acelerar o prazo de entregas. Também estão investindo nas chamadas “operações de última milha” para que o produto chegue o mais rápido possível na casa do comprador. O Ali Express não tem centro de distribuição próprio no país.

“O centro de distribuição é o centro das operações de logística. Temos planos para ter o nosso próprio centro. É uma de nossas prioridades”, disse Alpata.

No Brasil, o envio de produtos comprados pela AliExpress será coordenado pela Cainiao, empresa de logística do grupo Alibaba, que já possui operação no país. Os vendedores também poderão utilizar suas próprias operações de logística, se preferirem.

Os produtos que vêm da China levam entre sete e dez dias para serem entregues no país. Por aqui, esse prazo vai depender da logística com os parceiros locais do setor, podendo ser no mesmo dia ou dia seguinte à compra.

Podem se cadastrar na plataforma vendedores de todos os portes, desde que tenham CNPJ ou sejam MEI’s.

Para expor seu produtos no AliExpress é cobrada uma taxa de comissão entre 5% e 8%, dependendo do tipo do produto. Segundo Viviane Gomes Almeida, gerente de vendas do AliExpress Brasil, o país é relevante no negócio da empresa, e a decisão de cadastrar vendedores brasileiros já estava mapeada, especialmente com o crescimento do comércio eletrônico. O AliExpress está no país desde 2019.

“Vemos muitas oportunidades. O Brasil é como um terreno com grama alta em que é preciso capinar”, disse Viviane.

As dificuldades de logística globais, com aumento do frete, falta de navios e aviões para entregas, também é um fator que foi levado em conta pela empresa ao permitir a entrada de vendedores brasileiros.

“A logística transnacional também se tornou um grande desafio. E com isso aumentou a penetração do comércio eletrônico, não só no Brasil mas no mundo. Na América Latina, o comércio eletrônico brasileiro é um dos que mais cresce. No Brasil, vamos ter desafios na entrega da chamada ‘última milha’ com a expansão das vendas”, afirma Yaman Alpata.

O crescimento das vendas on-line no Brasil tem atraído outras plataformas de comércio eletrônico asiáticas. A Shopee, de Cingapura, já trabalha com vendedores brasileiros, e a Shein, da China, especialista em roupas com preços baixos, traz produtos importados da China. Ambas já desembarcaram no país há pelo menos dois anos e vêm disputando a atenção do consumidor brasileiro.

Segundo o relatório elaborado pela agência Conversion o comércio eletrônico no Brasil atingiu 1,49 bilhão de acessos em fevereiro passado, um aumento de 21% em relação ao mesmo período em 2020.

O relatório mostra que houve um crescimento de 51,43% em produtos importados, na comparação anual, que pode ser entendido como um reflexo do crescimento das plataformas asiáticas de compra on-line no país.

Fonte: Valor Investe

Magalu compra Sode plataforma de entregas ultrarrápidas

Magalu compra Sode plataforma de entregas ultrarrápidas . Com aquisição, Magazine Luiza vai reforçar suas entregas em menos de 1 hora, que já são feitas a partir de 140 lojas de 30 cidades. Objetivo é estar em todas as capitais em 2021. A startup de Recife conta com mil entregadores e realiza mais de 2 milhões de entregas anualmente.

Magalu compra Sode plataforma de entregas ultrarrápidas
Magalu compra Sode plataforma de entregas ultrarrápidas
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Magazine Luiza compra o KaBuM!

Magazine Luiza compra o KaBuM! e cresce nos mercados de games e tech. O Magazine Luiza anunciou na quinta-feira (15/07/21), a compra do Kabum!, um dos maiores e-commerces de tecnologia e games do país, reforçando a sua posição nestes dois setores junto ao consumidor brasileiro. A aquisição é a maior já feita pela rede varejista que, em um ano e meio, já adquiriu 21 empresas.

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