Categoria: Transporte

Supermercado dos EUA testa entrega com drone

Supermercado dos EUA testa entrega com drone. A rede norte-americana de supermercados Kroger iniciou um programa piloto de entrega por drone. Para realizar o delivery automatizado, o varejista se juntou à Drone Express, serviço de logística que usa os veículos aéreos autônomos, começando pelo estado de Ohio e depois seguindo para a Califórnia.

Supermercado dos EUA testa entrega com drone - Imagem: Kroger/Divulgação Trailer da Drone Express em frente a Kroger
Supermercado dos EUA testa entrega com drone – Imagem: Kroger/Divulgação

A Kroger promete entregar “qualquer coisa, a qualquer hora em qualquer lugar” com o novo serviço, desde produtos para bebês a medicações que não precisam de receita. Agora, a rede se junta à rival Walmart, que lançou o programa em 2020.

“O piloto de entrega por drone da Kroger é parte da evolução do nosso comércio eletrônico, que já tem coleta, entrega e envio e vendeu mais de US$ 10 milhões (R$ 54,4 milhões) em 2020″, disse a vice-presidente de experiência de produtos da companhia, Jody Kalmbach.

Ela ainda acrescentou que o programa reforça a importância da flexibilidade e do imediatismo dos consumidores. O início dos testes está marcado para a cidade de Centerville, uma cidade com cerca de 25 mil habitantes, no sudoeste do estado de Ohio.

Essas compras entregues pelos drones terão até 5 libras, o equivalente a 2,26 quilos. O delivery será realizado por “drones certificados e aprovados pela Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês)”, de acordo com a página da Kroger Drone Delivery.

Além das entregas direto na casa do consumidor, os drones podem alcançar os compradores também em parques ou praias, por exemplo, usando a localização dos celulares. Ainda segundo a rede de supermercados, as entregas podem ser feitas dentro de 15 minutos.

Os testes, antes do piloto com os consumidores, começam ainda nesta semana, no Kroger Marketplace de Centerville. Os voos serão coordenados de um trailer da Drone Express no local. Também vai ocorrer monitoramento adicional fora de lá. O segundo programa piloto, na loja Ralphs, na Califórnia, começa no verão do hemisfério norte.

Via: The Verge

Ela reinventou o mercado digital de bairro

Ela reinventou o mercado digital de bairro. Durante os quase quatro anos em que a sorocabana Marina Proença, 36, atuou como comentarista de empreendedorismo e trabalho no SP1, da Rede Globo, algo não saiu de sua cabeça: fazer alguma coisa para ajudar ainda mais as pessoas na jornada profissional. “Lá eu respondia perguntas diversas sobre trabalho e empresas, mas para mim não era suficiente.

Ela reinventou o mercado digital de bairro - Marina Proença - Divulgação
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Dona da CargoX se torna novo unicórnio brasileiro

Dona da CargoX se torna novo unicórnio brasileiro . Holding que une empresas CargoX, FreteBras e Frete Pago atingiu avaliação maior que US$ 1 bilhão depois de nova rodada de aportes. O Brasil ganhou mais um unicórnio, ou startup com avaliação de mercado de ao menos US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões). A nova empresa bilionária se chama Frete.com.

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Algoritmo Chinês impõe ritmo frenético a entregadores

Algoritmo Chinês impõe ritmo frenético a entregadores . Furando o sinal vermelho ou dirigindo na contramão, os entregadores de comida na China tentam atender aos ritmos frenéticos impostos pelos algoritmos de suas plataformas para satisfazer clientes cada vez mais impacientes.

Algoritmo Chinês impõe ritmo frenético a entregadores

“Se eu pudesse escolher, certamente não seria entregador. É um trabalho muito perigoso”, diz Zhuang Zhenhua entre dois pedidos, já com o capacete na cabeça e pronto para dar partida em sua motocicleta em direção a um restaurante em Pequim.

Na China, o setor de entrega de comida é especialmente popular e a pandemia acelerou a tendência. Em um país ultraconectado, o setor gera 664 bilhões de yuans (quase 104 bilhões de dólares), de acordo com uma federação local.

Todos os dias, na hora do almoço, um exército de entregadores roda pelas ruas do país para satisfazer o apetite de milhões de trabalhadores.

Os gigantes da tecnologia dominam esta indústria em expansão, apoiados por um arsenal de aplicativos e algoritmos.

Mas diante da pressão dessas plataformas, que costumam estimular a direção perigosa, as autoridades anunciaram em julho novas regras para garantir aos entregadores um salário superior ao mínimo legal e cargas de trabalho razoáveis.

Antes da intervenção das autoridades, irromperam vários escândalos que expuseram ao público a precariedade do trabalho.

No início do ano, um ateou fogo a si mesmo no leste da China após um suposto conflito com sua empresa.

Ele trabalhava para a Ele.me (“Você está com fome?” em mandarim), um dos líderes da indústria. O assunto gerou revolta.

“Responsáveis”

Mas as melhorias demoram, de acordo com testemunhos de uma dezena de entregadores contactados pela AFP.

“Antes, o aplicativo dava de 40 a 50 minutos para um pedido (…) Agora não dá mais do que 30 minutos para uma entrega em um raio de 2 quilômetros”, protesta Zhuang, que trabalha para o Meituan, outro gigante do setor.

Para isso, o homem diz que não tem escolha a não ser “ir rápido demais, furar o sinal vermelho ou dirigir na contramão”.

E é que se ultrapassarem o prazo estabelecido, os entregadores têm de pagar multa.

Muitos acham que estão colocando suas vidas em perigo por causa dos algoritmos – programas que funcionam como o cérebro de um bom número de aplicativos e serviços digitais.

Os algoritmos determinam quais pedidos aceitam com base em sua posição geográfica e definem o tempo de entrega. Também permitem fazer recomendações aos clientes com base em seus costumes e preferências.

Liu, outro entregador que não quis revelar seu nome completo, garante que o prazo inclui o tempo de preparo do prato, fator que não está em suas mãos, mas que pode penalizá-lo.

Se houver atraso na cozinha, “os entregadores são os responsáveis”, lamenta o homem de 40 anos.

Questionado pela AFP, Meituan garante que os prazos de entrega são calculados “levando em consideração a segurança das entregadores como prioridade e atendendo às necessidades do consumidor”.

A plataforma, com mais de 600 milhões de usuários na China, acrescenta que seus funcionários podem recorrer de qualquer multa que considerem injusta.

Essa indústria depende essencialmente do trabalho de migrantes, muitas vezes pouco qualificados e de áreas rurais, que vão para as cidades na esperança de melhorar suas condições de vida.

Mas, assim que chegam às megacidades chinesas, tornam-se mão de obra barata para essas empresas e facilmente substituíveis.

“Todo mundo quer que os entregadores sejam tratados melhor, mas ninguém quer pagar por isso”, diz a especialista digital Kendra Schaefer, da consultoria Trivium, em Pequim.

Poucos clientes atendem, por exemplo, a opção de alguns aplicativos de estender o prazo de entrega.

“É feito um algoritmo para maximizar a eficiência. Infelizmente, com a modernização da sociedade, isso prejudica o ser humano”, aponta Schaefer.

Fonte Exame.com

Logística é a principal preocupação dos e-commerces

Logística é a principal preocupação dos e-commerces. Com a proximidade da Black Friday este assunto volta a ocupar a preocupação e a agenda de muitos empreendedores e executivos do setor. A maioria das empresas acredita que priorizar o investimento em logística é o mais importante quando o assunto é sanar as dores do negócio e dos clientes. Segundo uma pesquisa realizada pela Omni Envios em parceria com o E-Commerce Brasil, 72% dos entrevistados apontaram a logística como ponto a ser trabalhado.

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Alibaba diz que robôs são o futuro das entregas

Alibaba diz que robôs são o futuro das entregas : “rápidos, confiáveis e baratos”. A alta demanda pela entrega de encomendas é um dos motivos para essa afirmação. A gigante chinesa Alibaba, dona de empresas como o AliExpress, está convicta de que o futuro das entregas será baseado em robôs. Atualmente a empresa está implementando 1.000 robôs que realizam entrega de maneira autônoma na China, e todos estarão trabalhando até o final deste ano. 

Alibaba diz que robôs são o futuro das entregas
Alibaba diz que robôs são o futuro das entregas

Empresa do grupo Alibaba vem aumentando sua presença em território nacional Com uma demanda por entregas enorme na China que crescendo em uma velocidade absurda, a empresa afirma que os robôs são uma forma rápida, confiável e relativamente barata para atender ao público.

Os seus robôs autônomos, que são conhecidos como Xiaomanlv, conseguem realizar cerca de 50 entregas por viagem, totalizando até 500 encomendas entregues em apenas um dia. O veículo tem uma autonomia de bateria de 100 km com apenas uma carga.

A empresa ainda exalta que seus robôs poderão realizar a última etapa de entrega, que é quando o produto chega ao cliente, de maneira mais rápida e eficiente, pois não sofrerão com problemas dos entregadores humanos que ficam presos no trânsito ou se perdem durante o roteiro de entrega. Ela ainda adiciona o fato de seus robôs não fazerem desvios ou pausas para fumar.

Crescimento em números

Para contextualizar essa afirmação da Alibaba, temos números que mostram o crescimento do mercado chinês, acompanhe:

Em oito anos o número de remessas enviadas na China aumentou cerca de nove meses. Em 2013 o número de envios realizados da China foi de 9,2 bilhões, esse número saltou para 83,4 bilhões em 2020. Além da China, com a pandemia instaurada por conta do COVID-19, os 13 principais países do mundo enviaram mais de 100 bilhões de pequenos pacotes entre si no ano passado.

“Não temos mão de obra suficiente para entregar tantos pacotes aos consumidores … é impossível sem tecnologias automatizadas. Então, é por isso que Xiaomanlv é muito importante ”

Wang Gang, chefe do Laboratório de Condução Autônoma Damo do Alibaba

Em 2019, a China recebeu um envio total de encomendas maior que os outros nove países do Top 10 juntos, que inclui EUA, Japão, Reino Unido, Alemanha, Índia, França, Canadá, Itália e Austrália. Junto disso, soma-se o rápido crescimento da classe média chinesa, um censo de 2019 indicou que mais de 60% vivem em cidades, e essa população esta cada vez mais exigente, preferindo receber encomendas em sua residência ao invés de caminhar por quarteirões para buscar.

Um bilhão de chineses realizaram compras no ano de 2019, o que representa cerca de dois terços de toda a população do país. O Fórum Econômico Mundial de 2021 trouxe a informação de que mais de 50% das vendas realizadas pelo varejo online do mundo ocorrem na China. 

Valor do upgrade depende do nível atual do cliente e pode chegar a custar R$13,90 por mês no nível 5

Atualmente o país que tem maior porcentagem de sua população comprando online é a Suécia, com 80% da pessoas comprando regularmente, a Coreia do Sul chega próximo desse número seguida de Reino Unido, Noruega e Estados Unidos, todos com mais de 70%. Se a China conseguir alcançar esses números a necessidade de robôs autônomos trabalhando nas entregas se tornará cada vez mais necessário.

A alta demanda por entregas de encomendas somada a eficiência e agilidade dos robôs autônomos, são apenas uma fatia de toda a motivação pela implementação da tecnologia no trecho final da entrega, há também o fato de entregadores humanos serem mais caros a longo prazo para as empresas.

Quer saber mais sobre este mundo fantástico de drones e robos na entrega escute o meu podcast:

Fonte: Mundo Conectado

Drones e Robôs na logística

Drones e Robôs na logística  é o novo episódio do podcast do Blog Rogério. A evolução de tais equipamentos associada a novas   tecnologias como a Internet das Coisas, 5G, Veículos  Autônomos e Inteligência Artificial terão um impacto impressionante seja no aumento da produtividade e redução de custos operacionais na última milha ou “last mile”.

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Correios precisam investir R$2bi e meio anuais para manter competitividade

Correios precisam investir R$2bi e meio anuais para manter competitividade. Os Correios precisariam investir aproximadamente R$ 2,5 bilhões por ano para se manterem competitivos em relação às empresas que também participam do mercado de entrega de encomendas, diz estudo realizado pela consultoria Accenture.

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