Categoria: Logística

ESG na logística veio para ficar!

ES G na logística veio para ficar! Não é modismo. É um conjunto de boas práticas sustentáveis que vão permear pelo setor todo. No primeiro episódio do Debates & Ideias on line do CAP VII onde eu com mais três amigos e colegas de faculdade debatemos a última carta do Jeff Bezos eu comentei como o ESG (Environmental, Social and corporate Governance, ou seja, fazendo uma tradução livre como as melhores práticas ambientais, sociais e de governança) estava permeado pela Amazon, seja nos seus serviços seja nos seus produtos (clique aqui para escutar o episódio no meu podcast).

ESG na logística veio para ficar! Na foto caminhão da Jadlog movido a gás natural
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Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce

Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce . A Boeing anuncia que atingiu um marco no comércio eletrônico (e-commerce) neste ano em um tempo recorde para a empresa, atingindo US$ 1 bilhão em pedidos online mais de três meses mais rápido do que sua melhor marca anterior.

Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce
Boeing vende US$1bi de peças via ecommerce

O marco foi impulsionado pelos avanços do comércio eletrônico e pelo aumento da demanda dos clientes de serviços comerciais, indicando a contínua recuperação do mercado a partir do impacto da COVID-19.

“Estamos vendo a inovação ser acelerada por necessidade em nossos negócios de serviços, à medida que a indústria aeroespacial emerge de um dos períodos mais difíceis que enfrentamos”, disse Ted Colbert, presidente e CEO da Boeing Global Services.

“As soluções de cadeia de suprimentos de pós-venda que a Boeing oferece, como suporte de peças, são um serviço essencial para nossos clientes à medida que eles emergem da pandemia. Os avanços digitais que estamos promovendo nos permitem sermos ágeis em nossa resposta à recuperação desigual e simplificarmos a forma como a Boeing apoia os clientes”, complementa Colbert.

Publicado originamente com o título “Boeing comemora US$ 1 bilhão em venda de peças por comércio eletrônico”.

Você pode acompanhar outras notícias sobre aviação em geral ou sobre a Boeing em particular (como no post “Boeing e Airbus encerram disputa de mais de 17 anos“) através do campo “Pesquisar”

Autor: Murilo Basseto

Fonte: AeroIn

Natura testa entrega de produtos via drones

Natura testa entrega de produtos via drones .A Natura se prepara para transportar cosméticos em drones a partir de 2022. A iniciativa é resultado de uma parceria da companhia com a Speedbird Aero, iniciada a partir de um programa para identificar startups com potencial para trabalhar junto com a empresa.

Natura testa entrega de produtos via drones  Foto: Guilherme Missumi/Divulgação
Natura testa entrega de produtos via drones

No momento, as companhias trabalham juntas em testes internos para avaliação dos melhores veículos para o transporte de produtos. Também analisam rotas para solicitar autorização de voo à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Segundo a Folha de S. Paulo, um dos objetivos da Natura ao adotar a tecnologia é avançar na busca por zerar suas emissões líquidas de carbono até 2030, disse Leonardo Romano, diretor de cadeia de suprimentos, inovação e logística do grupo Natura & Co.

Além disso, a companhia busca melhorar a experiência do consumidor e acelerar entregas em regiões mais distantes de seus centros logísticos e de acesso mais difícil, segundo a publicação.

A empresa diz que o projeto piloto será feito por equipamentos com capacidade de voar por até 200 km no primeiro trimestre de 2022. Os drones devem ter capacidade de carregar encomendas de até 10 kg.

A empresa não informa em quais cidades a iniciativa irá começar.

Perfume pela janela? Ainda não

Segundo a reportagem, Romano diz que, apesar do potencial dos drones, ainda não é o momento de esperar um drone entrando pela janela com perfumes. A regulação, por questões de segurança, exige que sejam definidos previamente locais de partida e aterrissagem para as rotas da empresa.

No caso da Natura, estão em análise áreas em locais como shoppings centers, condomínios residenciais e centros de distribuição.

Outra ideia em análise é que caminhões levem produtos de algum dos dez centros de distribuição até áreas de decolagem de drones para que eles possam ser levados rapidamente até o consumidor, lojista ou consultor da empresa.

Fonte: Folha de S. Paulo e Ecommerce Brasil

AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo. Em mais uma investida das plataformas asiáticas de comércio eletrônico no Brasil, o AliExpress abriu sua plataforma para que vendedores brasileiros ofereçam seus produtos. Até agora, os produtos comprados no AliExpress vinham da China.

Jack Ma — Foto: Facebook/Divulgação
AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

O Brasil é o primeiro país das Américas a permitir o cadastramento de vendedores locais e o sexto do mundo. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo, com empresas nacionais e estrangeiras investindo para conquistar o novo consumidor digital brasileiro.

”Já abrimos a plataforma para vendedores locais na Rússia, Turquia, Espanha, Itália e França. Começamos o cadastramento há três semanas e posso dizer que já temos milhares de vendedores”, disse Yaman Alpata, chefe de vendas da Ali Express no Brasil.

Além da concorrência, outro desafio da AliExpress no país será a logística. Empresas locais vêm ampliando sua infraestrutura, com mais centros de distribuição, para acelerar o prazo de entregas. Também estão investindo nas chamadas “operações de última milha” para que o produto chegue o mais rápido possível na casa do comprador. O Ali Express não tem centro de distribuição próprio no país.

“O centro de distribuição é o centro das operações de logística. Temos planos para ter o nosso próprio centro. É uma de nossas prioridades”, disse Alpata.

No Brasil, o envio de produtos comprados pela AliExpress será coordenado pela Cainiao, empresa de logística do grupo Alibaba, que já possui operação no país. Os vendedores também poderão utilizar suas próprias operações de logística, se preferirem.

Os produtos que vêm da China levam entre sete e dez dias para serem entregues no país. Por aqui, esse prazo vai depender da logística com os parceiros locais do setor, podendo ser no mesmo dia ou dia seguinte à compra.

Podem se cadastrar na plataforma vendedores de todos os portes, desde que tenham CNPJ ou sejam MEI’s.

Para expor seu produtos no AliExpress é cobrada uma taxa de comissão entre 5% e 8%, dependendo do tipo do produto. Segundo Viviane Gomes Almeida, gerente de vendas do AliExpress Brasil, o país é relevante no negócio da empresa, e a decisão de cadastrar vendedores brasileiros já estava mapeada, especialmente com o crescimento do comércio eletrônico. O AliExpress está no país desde 2019.

“Vemos muitas oportunidades. O Brasil é como um terreno com grama alta em que é preciso capinar”, disse Viviane.

As dificuldades de logística globais, com aumento do frete, falta de navios e aviões para entregas, também é um fator que foi levado em conta pela empresa ao permitir a entrada de vendedores brasileiros.

“A logística transnacional também se tornou um grande desafio. E com isso aumentou a penetração do comércio eletrônico, não só no Brasil mas no mundo. Na América Latina, o comércio eletrônico brasileiro é um dos que mais cresce. No Brasil, vamos ter desafios na entrega da chamada ‘última milha’ com a expansão das vendas”, afirma Yaman Alpata.

O crescimento das vendas on-line no Brasil tem atraído outras plataformas de comércio eletrônico asiáticas. A Shopee, de Cingapura, já trabalha com vendedores brasileiros, e a Shein, da China, especialista em roupas com preços baixos, traz produtos importados da China. Ambas já desembarcaram no país há pelo menos dois anos e vêm disputando a atenção do consumidor brasileiro.

Segundo o relatório elaborado pela agência Conversion o comércio eletrônico no Brasil atingiu 1,49 bilhão de acessos em fevereiro passado, um aumento de 21% em relação ao mesmo período em 2020.

O relatório mostra que houve um crescimento de 51,43% em produtos importados, na comparação anual, que pode ser entendido como um reflexo do crescimento das plataformas asiáticas de compra on-line no país.

Fonte: Valor Investe

Correios vão a leilão por valor simbólico

Correios vão a leilão por valor simbólico . Os Correios serão colocados à venda por um valor simbólico, sem objetivo de fazer caixa para o governo, afirmou Martha Seillier, secretária especial do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) —pasta responsável pelas privatizações, ligada ao Ministério da Economia.

Correios vão a leilão por valor simbólico
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