Categoria: China

JD.com quer controlar China Logistics Property Holdings

JD.com quer controlar China Logistics Property Holdings . A JD Property Group, unidade dedicada ao imobiliário de logística da empresa chinesa de ecommerce JD, ofereceu, na sexta-feira 03/09/21, 3.99 mil milhões de dólares de Hong Kong (cerca de 513 milhões de dólares americanos) para comprar uma posição maioritária na gestora de instalações de armazenamento China Logistics Property Holdings.

D.com quer controlar China Logistics Property Holdings Fonte: VCG via Getty Images)
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AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo. Em mais uma investida das plataformas asiáticas de comércio eletrônico no Brasil, o AliExpress abriu sua plataforma para que vendedores brasileiros ofereçam seus produtos. Até agora, os produtos comprados no AliExpress vinham da China.

Jack Ma — Foto: Facebook/Divulgação
AliExpress abre plataforma para vendedor brasileiro

O Brasil é o primeiro país das Américas a permitir o cadastramento de vendedores locais e o sexto do mundo. O movimento da plataforma, que faz parte do grupo Alibaba, do bilionário chinês Jack Ma, ocorre num cenário cada vez mais competitivo, com empresas nacionais e estrangeiras investindo para conquistar o novo consumidor digital brasileiro.

”Já abrimos a plataforma para vendedores locais na Rússia, Turquia, Espanha, Itália e França. Começamos o cadastramento há três semanas e posso dizer que já temos milhares de vendedores”, disse Yaman Alpata, chefe de vendas da Ali Express no Brasil.

Além da concorrência, outro desafio da AliExpress no país será a logística. Empresas locais vêm ampliando sua infraestrutura, com mais centros de distribuição, para acelerar o prazo de entregas. Também estão investindo nas chamadas “operações de última milha” para que o produto chegue o mais rápido possível na casa do comprador. O Ali Express não tem centro de distribuição próprio no país.

“O centro de distribuição é o centro das operações de logística. Temos planos para ter o nosso próprio centro. É uma de nossas prioridades”, disse Alpata.

No Brasil, o envio de produtos comprados pela AliExpress será coordenado pela Cainiao, empresa de logística do grupo Alibaba, que já possui operação no país. Os vendedores também poderão utilizar suas próprias operações de logística, se preferirem.

Os produtos que vêm da China levam entre sete e dez dias para serem entregues no país. Por aqui, esse prazo vai depender da logística com os parceiros locais do setor, podendo ser no mesmo dia ou dia seguinte à compra.

Podem se cadastrar na plataforma vendedores de todos os portes, desde que tenham CNPJ ou sejam MEI’s.

Para expor seu produtos no AliExpress é cobrada uma taxa de comissão entre 5% e 8%, dependendo do tipo do produto. Segundo Viviane Gomes Almeida, gerente de vendas do AliExpress Brasil, o país é relevante no negócio da empresa, e a decisão de cadastrar vendedores brasileiros já estava mapeada, especialmente com o crescimento do comércio eletrônico. O AliExpress está no país desde 2019.

“Vemos muitas oportunidades. O Brasil é como um terreno com grama alta em que é preciso capinar”, disse Viviane.

As dificuldades de logística globais, com aumento do frete, falta de navios e aviões para entregas, também é um fator que foi levado em conta pela empresa ao permitir a entrada de vendedores brasileiros.

“A logística transnacional também se tornou um grande desafio. E com isso aumentou a penetração do comércio eletrônico, não só no Brasil mas no mundo. Na América Latina, o comércio eletrônico brasileiro é um dos que mais cresce. No Brasil, vamos ter desafios na entrega da chamada ‘última milha’ com a expansão das vendas”, afirma Yaman Alpata.

O crescimento das vendas on-line no Brasil tem atraído outras plataformas de comércio eletrônico asiáticas. A Shopee, de Cingapura, já trabalha com vendedores brasileiros, e a Shein, da China, especialista em roupas com preços baixos, traz produtos importados da China. Ambas já desembarcaram no país há pelo menos dois anos e vêm disputando a atenção do consumidor brasileiro.

Segundo o relatório elaborado pela agência Conversion o comércio eletrônico no Brasil atingiu 1,49 bilhão de acessos em fevereiro passado, um aumento de 21% em relação ao mesmo período em 2020.

O relatório mostra que houve um crescimento de 51,43% em produtos importados, na comparação anual, que pode ser entendido como um reflexo do crescimento das plataformas asiáticas de compra on-line no país.

Fonte: Valor Investe

Amazon e AliExpress aquecem e-commerce nesta segunda

Amazon e AliExpress aquecem e-commerce nesta segunda . Quem aguarda o melhor momento para realizar algumas compras, este dia pode provavelmente ser amanhã, segunda-feira (21/06/21). Tanto a Amazon com o Prime Day como a AliExpress farão super promoções de vendas pela internet.

Amazon e AliExpress aquecem e-commerce nesta segunda
Amazon e AliExpress aquecem e-commerce nesta segunda

A Amazon realiza, pela segunda vez no Brasil a partir da meia noite do dia 21 e 22 de junho, o Prime Day para oferecer descontos exclusivos a assinantes. O evento é realizado anualmente e, no ano passado, vendeu mais do que na Black Friday de 2019. A empresa não divulga quais produtos e nem de quanto serão os descontos, uma vez que são dinâmicos e variam durante o dia.

Para quem quer comprar no Prime Day precisa ser assinante do serviço Prime da Amazon. Que tem uma assinatura mensal em torno de 10 reais. Porém existe um período de teste ou degustação de trinta dias, quando terá acesso a serviços como o de streaming de Vídeos e o de Música. Além disto o assinante passa ter frete grátis na Amazon.

Na Amazon as estrelas são os seus produtos como a Echo da Alexa em suas mais variadas versões, mas tem promoções em praticamente todas as seções do portal.

Já a AliExpress anuncia em seu site um Mega Saldão com ofertas a partir de R$ 1 e produtos que podem ter até 91% de desconto.

Ambas empresas estão divulgando algumas prévias e estimulando as “reservas” de pedidos para começar a valer logo após a meia-noite de hoje

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Airbus e Boeing encerram disputa de 17 anos

Airbus e Boeing encerram disputa de 17 anos de olho na ameaça da China, Uma disputa comercial entre Airbus e Boeing, que já dura 17 anos, ganhou uma trégua de longo prazo. Durante a reunião do G7, o presidente dos EUA, Joe Biden, e a UE acordaram superar suas próprias brigas fiscais e voltar seu foco para uma China em ascensão. Após uma maratona de negociações, a trégua foi formalizada em Bruxelas, reportou a Bloomberg.

Airbus e Boeing encerram disputa de 17 anos . Foto de Tanathip Rattanatum via Pexels.com
Airbus e Boeing encerram disputa de 17 anos
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Dona da 99 pode fazer o maior IPO de 2021

Dona da 99 pode fazer o maior IPO de 2021 . A empresa chinesa Didi Chuxing dona do aplicativo 99 no Brasil pode realizar em breve o que promete ser a maior oferta pública inicial (IPO) de ações de 2021. A empresa divulgou na última quinta-feira (10/06) que realizou o pedido para entrar na Bolsa de Valores dos Estados Unidos, transação com possibilidade de gerar uma avaliação total entre US$ 70 bilhões a US$ 100 bilhões.

Dona da 99 pode fazer o maior IPO de 2021
Dona da 99 pode fazer o maior IPO de 2021Imagem: Divulgação/Didi Chuxing

Conhecida formalmente como Xiaoju Kuaizhi Inc., a Didi foi criada em 2021 pelos sócios Cheng Wei e Jean Liu e atualmente possui mais de 493 milhões de usuários ativos espalhados por 15 países. A companhia se tornou a líder no mercado de caronas pagas na China em 2016, quando comprou as operações da Uber no país — somente por lá, ela conta com 377 milhões de usuários ativos de seus aplicativos e 13 milhões de motoristas credenciados.

Segundo a companhia, o montante arrecadado com a oferta inicial de ações deve ser usado para investir em tecnologias e continuar sua expansão em outros territórios, o que inclui o lançamento de novos produtos. O maior investidor individual da empresa é corporação multinacional japonesa de telecomunicações e internet SoftBank que, com participação de 21,5% dos negócios, pode ter um grande retorno sobre os aproximadamente US$ 11 bilhões que já investiu no negócio.

Outros acionistas de renome são a Uber Technologies, com 12,8% de cotas, e a Tencent Holding, que possui 6,8% de participação. A Apple também chegou a investir US$ 1 bilhão na Didi e possui um de seus membros no quadro de diretores, mas não é listada como uma das acionistas no pedido feito para iniciar a oferta dos papeis.

Apesar de ter reportado perdas em 2020 como resultado da pandemia do COVID-19, a organização está registrando bons resultados em 2021 graças à reabertura da economia chinesa. No primeiro trimestre fiscal deste ano ela registrou US$ 837 milhões em lucros líquidos, com vendas totais que chegaram a US$ 6,4 bilhões.

Fonte: Nikkei Asia

MSC não utilizará rota do Ártico devido sustentabilidade

MSC não utilizará rota do Ártico devido sustentabilidade .  MSC veio a terreiro reiterar o seu compromisso de evitar a passagem dos seus navios porta-contentores pelo via do Árctico, numa altura em que algumas empresas e analistas discutem a necessidade de rotas comerciais alternativas ao Canal de Suez, após o incidente do ‘Ever Given’.

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